quarta-feira, 23 de outubro de 2013

~The captain


Aparentemente era um navio normal da Marinha Avluanesa. Por fora, um silêncio reinava e, quem visse, imaginaria que todos os marinheiros e, principalmente o capitão, dormiam tranquilamente após um longo dia duro de trabalho contra os "piratas malvados". 

A Marinha Avluanesa era conhecida por todo o continente de Eólia por ser a mais pacífica, justa e leal de todas as marinhas. O capitão era sempre honrado e recebia várias medalhas pela maneira que regia teus subordinados. Era uma honra para a cidade de Avlue, que se sentia sempre muito bem protegida por esses homens tão bons e honestos, que lutavam sempre contra os piratas que queriam espalhar o seu mal por sobre aqueles pobres habitantes indefesos. A questão, na verdade, talvez não seja esses homens serem tão bons, mas o que os tornavam "quase divinos". A resposta para isso vinha direto da cabine do capitão, pelo menos 2 vezes por semana e nem sempre com a mesma menina.

Se por fora do navio reinava o silêncio absoluto, dentro da cabine do capitão era totalmente diferente. Por cima da mesa, que pela tarde e manhã continha papéis, alguns prêmios e, principalmente, medalhas (praticamente esfregadas na cara de qualquer um que entrasse naquela sala), havia uma menina presa pelos punhos e pelos calcanhares. Não era sempre a mesma menina, claro. Elas geralmente morriam, uma vez que o estupro não era a única coisa que eles faziam para aliviar o "seu lado humano"; o capitão sempre dizia ▬ um bom marujo faz na nau o que não se pode fazer fora dela ▬ e repetia diversas vezes essa fala enquanto espancava alguma menina indefesa até que essa ficasse semi-inconsciente. Essa talvez fosse a maneira que ele usasse pra persuadir os que ainda tentavam manter alguma ética. Não era preciso muito, todos da tripulação eram doentes e, mais importante que isso, seguiam o seu capitão como um Deus: tudo o que ele fizesse era considerado necessário e importante para o desenvolvimento de Avlue. 

As meninas eram crianças órfãs, tornando a sua captura muito fácil e a sua procura inexistente, já que ninguém procurava ou se importavam por crianças assim; a cidade chegava a considerar a diminuição de meninas nas ruas até beneficiadora e, mesmo sem saber como acontecia, achava que a marinha estava de alguma maneira envolvida, mas não importava como acontecia: o importante eram as ruas limpas, quanto menos crianças órfãs e pobres, menos adultos mendigos. Beiravam a idade de 6-9 anos, pois dessa forma as "características" de mulher-adulta eram totalmente aniquiladas, sem contar outras "regalias" que essas crianças apresentavam. Com a pouca idade sua morte era praticamente inevitável, o que também ajudava a "aniquilar" qualquer prova: não duravam mais que uma semana e eram sempre jogadas no mar. As que sobreviviam, algo extremamente raro, eram jogadas de volta pra "vida terrana" quando consideradas um brinquedo quebrado, mas não resistiam (seus órgãos internos estavam muito prejudicados e elas sangravam até a morte) e, quando encontradas, alguém sempre se compadecia e rezava pela sua alma, regalia que as jogadas ao mar não tinham. 
As barbáries cometidas dentro daquele "centro de proteção" eram inúmeras, aproveitar-se sexualmente não era o suficiente para suprir a maldade dentro do coração daqueles homens, mas o pior de todos era, sem sombras de dúvida, o capitão.
Ele, desde o começo da sua carreira de sucesso, quem arquitetara todo esse plano, arrumara o local para torturas e convencera os primeiros a agir juntamente à ele. Queimar partes do corpo das meninas era, sem dúvida, sua diversão predileta. Dizia que queimando-as purificava aquele corpo que foi concebido por um pecado de dois sujeitinhos sujos. Não tentava convencer os outros dessa forma, mas sim parte da sua consciência que gritava e suplicava para aquilo parar, a parte humana. 


Entre uma de suas investidas na cidade à caça de mais uma vítima, ele encontrou uma menina diferente. O povo de Avlue é, em sua grande parte, ruivo e de pele muito branca, os olhos são sempre arredondados e, quando não são verdes, possuem cor de mel. Mas essa menina, essa "feiticeirazinha" (como ele costumava chama-lá enquanto a queimava), era diferente. Os olhos eram puxados e muito pretos, a cor da pele se destacava por ser mais morena, os cabelos eram muito pretos e chegavam a sua cintura. Ele se encantou com ela a primeira vista e dessa maneira a menina virou o seu brinquedinho único e especial. 
Na sua primeira noite, na noite de "estréia" na cabine, ao invés do comum (que era deixar com que todos se divertissem com ela da maneira que bem entendessem) ele optou por se trancar com ela e divertir-se sozinho. Ele fez o que quis, abusou, espancou, queimou, puxou e ficou mais uma vez fascinado por aquela criaturinha: em todo o processo ela não gritou, não chorou e nem tentou se soltar como as outras. Ela se manteve quieta o processo inteiro e aquilo o estimulou ainda mais, o excitou de uma maneira que nunca havia acontecido e, dessa forma, ela virou seu brinquedinho pessoal. Em seu íntimo deseja que ela nunca "quebrasse" e se, caso ela viesse a "quebrar", a manteria do mesmo jeito, só para poder passar a mão por seus cabelos negros e lembrar-se de maneira mais verdadeira suas noites de prazer. 


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Sky ship

Ele não aguentava mais. Seu corpo não obedecia mais aos comandos cerebrais. Calmamente, ele seguiu até sua presa sua maneira de caminhar era tão suave que parecia flutuar sobre o chão de madeira. 
Os pensamentos enchiam-lhe a cabeça e tomavam conta da visão, de modo que ele só agia por impulso,  já não era um ser racional. Os pensamentos nada mais eram que lembranças; lembranças sobre a primeira vez que o conheceu. 
Era um moleque recém chegado a tripulação dos "fly ship". Mal sabia como manejar a vela ou conduzir o barco. Na maior parte de seu aprendizado só soube mesmo esfregar o chão. Entretanto, sua determinação conquistou-o de maneira arrebatadora. Por mais difícil que aquela experiência estava sendo, o jovem rapaz  não demonstrava fraqueza e se esforçava ao máximo para cumprir suas tarefas e se tornar um bom "arujo". 
Não foi pelo belo corpo ou belo belo rosto que o príncipe e capitão do navio havia se apaixonado. Foram os olhos e a semblante forte que acentuavam mais sua personalidade, essas características arrebataram de maneira excêntrica os sentimentos mais puros e impuros da maior personalidade do arvio. 
Ele não dormia direito, sentia enjoos constantes com as turbulências enfrentadas pelo arvio, não por ser fraco, mas porque sua alimentação estava terrível. Aquele moleque que a primeira mão se mostrou teimoso e insolente não saía de seus pensamentos. Ele o queria, ele o desejava mais do que desejava a ouro. Tê-lo nu por sobre sua cama e saborear cada parte de seu corpo era um desejo ardente que chegava a machucar o seu próprio sexo. Ele precisava tê-lo pelo menos uma vez, se não aquilo não se cessaria de maneira alguma. Não havia riquezas no mundo que poderiam proporcionar sensação semelhante aquela.
Ele sabia pois possuía muitas riquezas, possuíra muitas mulheres, possuía muito luxo, contudo... Nada era semelhante aquilo. O capitão que sempre teve tudo com uma facilidade extrema, não conseguia se aproximar de um reles "servo tripulante" que passara maior tempo aprendendo os truques da marinha aérea do que fazendo algo que realmente prestasse.  O pior era o desprezo que o menino sentia por ele. Ele sabia que o menino o odiava com todas as forças... Era simples de perceber, bastava prestar atenção na maneira de como o garoto o olhava.... Tanto ódio para alguém que não tinha mais que 17 anos. Não menos que 15. Mas não mais que 17. 
Aquele desejo senil se tornava sádico. Também queria que o menino o amasse, ao mesmo tempo que queria que ele o odiasse com todas as forças. Era aquele jogo de sentimentos que deixava o capitão cada vez mais afoito e doente. Não sabia como se aproximaria daquela presa, jamais havia feito algo parecido. Todas que se deitaram com ele cederam apenas ao seu charme. E era mulheres. Não sabia como convencer alguém a se deitar com ele. Muito menos sabia como fazer isso quando se tratava de um homem.
Entretanto, o dia fatídico acabou acontecendo de maneira inusitada. Foi o cansaço mental que o obrigou a criar aquela situação.
Dias antes aportaram em uma ilhazinha. Todos os tripulantes saíram para visitar o local e matar a saudades do colo feminino. Mas o capitão tinha um plano pro rapaz moreno de cabeça semi-raspada. Tinha um plano para aquele rebelde teimoso que por várias vezes descumprira suas ordens e o desrespeitava. Aquele sujeitinho que mal havia saído das fraldas não se intimidava com a presença de um príncipe capitão, que ao auge de seus 27 anos já havia conquistado mais países e riquezas do que tantos outros reis mais velhos.   
E o garoto passava a ignorar todo o fato e voltava a se rebelar. 
"Essa noite será diferente" Pensava o capitão enquanto sustentava um meio sorriso. "Essa noite esse garoto sucumbira a minha fúria!" Gargalhando quando completa.
(...) Ele não aguentava mais. Seu corpo não obedecia mais aos comandos cerebrais. Calmamente, ele seguiu até sua presa sua maneira de caminhar era tão suave que parecia flutuar sobre o chão de madeira. Preparou o bote, unhas e dentes afiados e prontos para atacar a qualquer momento. Pulou por sobre o garoto, que mal pode agir diante de tudo aquilo. O menino tentou gritar, mas não havia ninguém... Todos haviam saídos. O capitão gargalhava diante daquela situação, finalmente o imbecil entendera quem era o superior ali. Por fim, o capitão aproximou seus lábios aos dele e abafou o resto de seus gritos com um beijo acalorado. Ainda pressionando o menino sobre o chão, passava e puxava os cabelos pretos e rebeldes. Mordia com raiva os lábios do rapaz, que entre lágrimas não conseguia parar de beija-lo.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nada mais importa...

Quando você simplesmente deixa se ser você e passa a ser outra pessoa. Não é propositalmente. É como se você absorvesse as atitudes e ações dessa pessoa. É você sentir seu ego se aumentar quando você passa a ser como o outro. É natural e desnatural.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

PARTE O1 - Go, dream, go!


- Oi! Eu sou a Yuu-chan. - Disse a estranha em frente a sala repleta de garotos que,espantados, a olhavam . (...)

Sakuranbo Elementary School era uma escola projetada especialmente e somente para garotos. Toda sua estrutura era voltada para o público masculino. Não havia alunos e nem mesmo funcionários do sexo oposto.  Era composta por dois prédios que separavam duas turmas distintas. Havia nela toda uma estrutura de clube e era repleta de atividades extra-curriculares que serviam para manter os internos entretidos. 
A escola atendia garotos de 9 à 17 anos. A maioria estudava lá desde pequeno e tinha tido tão pouco contato com mulheres que chegava a chama-las de: caixinhas de segredos. 
Como o colégio era interno, eles passavam todo o seu período letivo na escola e, salvo raras exceções, passavam ali também suas férias. Mal viam suas mães ou qualquer outra mulher da família. Em geral, essa falta de contato com o outro ser proporcionou a muitos a escolha do homossexualismo como única fonte de contato extra casual. 
Alguns ainda se mantinham firmes a essa escolha e juravam de pés juntos que jamais iriam se juntar a um bando de viados. Entretanto, se rendiam aos encantos de um daqueles meninos afeminados ao extremo que, se não fosse por um pequeno empecilho, passariam facilmente como mulheres. Esses que procuravam somente o sexo, não assumiam que era no colo desses "afeminados" faziam sua fuga.
Outros, tão diferentes desses, procuravam o amor... E como única opção, o achavam em outros companheiros. No ensino médio, não havia os chamados "totalmente homens".

Amawano Yukkina era um choque para todos os presentes ali na sala. Inclusive para o professor. Como se não bastasse ela ser uma mulher diante daquele lugar que fervia em testosterona, ela também era linda. Sua aparência se destacava sobre as de muitas mulheres que apareciam em algumas revistas para adultos (essas adquiridas ilegalmente por alguns internos ). Olhos verdes escarlate, cabelos vermelhos como fogo, pele branca como a de uma boneca de porcelana e o corpo delicado davam-na a aparência de uma Deusa. Na verdade, assim que ela entrou pela porta da sala de aula imediatamente se tornou uma deusa. 
Assim que chegou para se apresentar aos novos colegas, tinha no rosto um sorriso que dava a ela uma aparência ainda mais bonita. Parecia se sentir muito confortável diante dos novos companheiros de internato. 
Um barulho tomou conta da sala assim que ela terminou sua breve apresentação. Aquela menina ali poderia ser a salvação. "Seria ela a chave de entrada para muitas outras?" Esse pensamento só agitava ainda mais os meninos.

Enquanto o professor tentava acalmar a sala, Yuu-chan parecia se divertir com o tumulto que havia provocado. Por dentro ela se deliciava. Adorava se sentir como uma celebridade, se sentir amada... No fundo sabia que ali seria uma verdadeira Deusa.
Enquanto se perdia nos próprios pensamentos, notou no canto da sala um rapaz que parecia alheio a tudo aquilo.
" Hmpf. Retardado... Parece ignorar a minha presença." Pensou enquanto sorria para o professor que, com os olhos, pedia desculpas por toda aquela balburdia. 
Antes mesmo da aula terminar, ela já havia virado uma celebridade por todo o prédio do ensino médio. No termino da primeira aula, foi atacada por um bando de garotos que dela tentavam tirar fotos e segurar suas mãos. Alguns mais ousados ainda tentavam puxar seus cabelos e levantar a saia que ela usava como uniforme. Ela apenas respondia com mais sorrisos. Sua aparência delicada se completava a sua personalidade adorável. Ela era, e sabia que era, o maior tesouro daquela instituição. 

sábado, 27 de agosto de 2011

É um domingo frio e com neve. Ela caminha sem rumo. As botas longas que vão até os joelhos, o casaco de lã comprado pela mãe, a saia dada pelas tias paternas e uma meia calça grossa. Todo esse conjunto especialmente escolhido para protege-la do frio e ao mesmo tempo dar-lhe certo estilo, delicadeza. As luvas dão o último toque especial.


É o mesmo domingo frio e com neve. Ele passou a noite inteira acordado na casa de alguns amigos. A festa durou até agora. Ainda está bêbado e com dor de cabeça. As roupas, até ontem a noite, eram bonitas. Agora ele só veste um moletom azul e preto, usa um pé de cada tênis,um é dele, o outro ele não tem idéia de quem seja. A calça Jeans está suja de bebida derramada sobre ele e vômito de garotas bêbadas, que ele e os amigos chamam de "vadias fracas". Essas meninas que querem ser descoladas, beber e ter vários namorados em uma só noite. Ele aproveita. É viciado em romances repentinos, desses que duram apenas algumas horas.
Dá uma última checada no celular, mais alguns números, mais algumas meninas esperançosas. Ele nunca vai ligar para elas. Não depois de ter conseguido o que queria. Distraído, ele caminha, sem saber, em direção ao parque. O sorriso aumenta a cada nome novo adicionado à sua lista de contatos. (Essa era loira, mas os pêlos eram bem pretinhos. Essa tinha belos olhos e se movimentava como uma puta). Cada detalhe da noite passada só trazia mais divertimento.



Ela para em uma cafeteria e pede um chocolate quente. Não imaginou que estaria tão frio assim. Paga ao moço do caixa, que sorri com malicia. Ela é dona de traços delicados e bem vistos por qualquer um. O problema é a mentalidade infantil. A pouca maturidade dela a impede de ter relacionamentos ou qualquer contato físico com alguém. O motivo dessa caminhada matinal solitária era exatamente esse. Ontem ela havia recebido uma declaração de um amigo muito querido e muito próximo. Todos diziam a ela sobre a paixão do rapaz, embora ela nunca tenha notado e sempre negava esse tipo de comentário absurdo. (É claro que ele não gosta de mim, vocês estão vendo coisas aonde não tem!). Mas ontem tudo mudou. Ele tinha se confessado e pior de tudo, ele acabou ficando irritado com ela. Disse coisas horríveis sobre ela ser uma idiota e sobre as coisas que ela fazia. Insultou o modo que a menina agia e a xingou de "falsa santa". Falou sobre a máscara que ela usava. Explodiu com ela e em cima dela. A menina não conseguia entender o motivo daquilo. Era pra ter sido bonito.
Para completar a cena, ela ficou com medo daquilo e saiu correndo. Deixando ele sozinho, em frente a um pátio todo. Já longe, ela ainda podia ouvir os gritos de raiva.
Naquele dia voltou pra casa chorando, amaldiçoando qualquer coisa. Trancou-se no quarto e não saiu mais. A mãe, que sempre ficava em cima dela e colocava a filha em uma bola de cristal, para que essa não conhecesse os perigos do mundo, chamou médicos. Entretanto, a porta do quarto não se abriu. Os médicos bateram, a mãe implorou, mas a garota não saiu do quarto. Só queria ficar sozinha. Ela e seus próprios pensamentos. Contudo, naquela casa ela não teve um segundo de paz. Por isso tomou a decisão de sair.
Já tinha tomado metade do chocolate quente, quando terminou de repassar a cena do dia anterior. Tudo aquilo doía muito e as lágrimas relutavam em cair. Por um tempo, chorou baixinho.


Enquanto ria de algumas de suas peripécias da noite passada, o garoto continuava a andar, sem saber exatamente pra onde. Quando percebeu, estava em frente de uma garota sentada no banco. Ela estava cabisbaixa, mas, pela cor do cabelo e das roupas, logo descobriu quem era.
▬ HAHAHAHAHAHAHAHA,NÃO FOI VOCÊ QUEM DEU UM FORA NO TAKESHI ONTEM? HAHAHAHAHAHAHA
Ele ria sem parar, aquela cena tinha sido realmente engraçada.
Ela levantou a cabeça apenas para ver quem falava com ela. Por mais raiva que estivesse sentindo naquele momento, seu coração bateu forte. Era Ryuji, o garoto mais popular e nojento da escola. Ela sabia de sua fama e de tudo o que ele já havia aprontado. E mesmo assim, alguma coisa lá no fundo batia mais forte.
▬ E-E-EU NÃO DEI UM FORA EM NINGUÉM! - Gritou desesperada, levantando de súbito do banco e apontando o dedo indicador para ele.
▬ Se aquilo não foi um fora, foi o quê? - Ele parou de rir, e sorrindo, ia de encontro a ela.
▬ B-b-bem.. E-eu não sei o que foi! Mas não foi um fora. - Ela abaixou a cabeça antes mesmo de terminar o que estava dizendo.
▬ Ná... Acontece, gatinha. - Ele se aproximou dela, de modo que a cabeça da garota já encostava em seu peito.
▬ HOOOOOMF~ Não me chame de gatinha! - Empurrou-o pra longe. Sua cara se fechou. Ela estava extremamente irritada com os comentários maldosos do rapaz e mais irritada ainda com a sua aproximação repentina.